Modulação hormonal para aumento de performance

A melhora do desempenho atlético resulta em uma combinação de múltiplos fatores, incluindo a nutrição, composição corporal e modulação hormonal. E muito disso está interligado com os efeitos fisiológicos dos nutrientes sobre o metabolismo hormonal, e, consequentemente, com suas ações no organismo humano.

O controle da carga glicêmica das refeições, também, é um fator importante para modular os níveis sanguíneos de insulina. Tal equilíbrio pode favorecer a maior mobilização e oxidação de ácidos graxos durante exercícios aeróbios de intensidade moderada, objetivando o controle da insulinemia e seus efeitos sobre a performance do atleta.

A suplementação de ômega-3 tem demonstrado diversos efeitos benéficos como potencial modulador, que inclui a sua influência na alteração na composição da membrana das células musculares, promovendo melhora no transporte de glicose e redução da degradação proteica. Há de se destacar que a suplementação com esse ácido graxo pode acentuar a sensibilidade do receptor hormônio luteinizante (LH), o que resulta no aumento da produção de testosterona. Logo, os mecanismos associados a essas interações poderiam auxiliar no desenvolvimento e na recuperação da massa muscular em indivíduos em treinamento de força.

O magnésio é um dos minerais que, também, atua como regulador fisiológico da estabilidade da membrana, além de estar envolvido em funções hormonais, neuromusculares e cardiovasculares.

Outro mineral que se destaca é o cromo, que é essencial para manter o metabolismo da glicose equilibrado e, consequentemente, modular a ação da insulina.

Em suma, observa-se que diversos nutrientes influenciam na modulação hormonal, o que pode ser de particular interesse ao público da área esportiva no que se refere aos potenciais efeitos benéficos sobre o desenvolvimento da massa muscular, além da performance esportiva.

A testosterona é um hormônio muito importante na performance atlética humana tanto em homens quanto em mulheres dentro de valores de faixa de normalidade específicos, mas nem sempre usamos o hormônio diretamente, podemos usar nutrientes que estimulem aumentar a produção ou que diminuam a destruição da testosterona.

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